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Próximo da fila


Autores, editores, curadores, clientes e a equipe da livraria revelam qual título querem ler na sequência.


por Melvim Brito

“Tenho uma certa dívida envergonhada com Caio Fernando Abreu, de quem só li alguns contos soltos. Mas depois de anos de inadimplência literária, chegou a hora de acertar as contas: vou ler este romance, uma aventura por São Paulo em busca de uma cantora desaparecida. Estou ansioso!”

por Dani Pitchula

“Essa é a minha próxima leitura porque as personagens de Lilia Guerra costumam habitar o mesmo cotidiano que o meu. É uma licença que eu tomo: poder visualizá-las de forma quase familiar, já que, em alguma medida, também me reconheço nelas.”

por Laide Laura Bessa

“É o meu próximo livro da fila porque me interesso muito pela literatura da Marilene Felinto, que sempre me faz pensar sobre questões familiares, a curiosidade e as verdades ocultas em torno de nossos ancestrais.”

por Cadão Volpato

“Qualquer coisa que a Natalia Ginzburg tenha escrito eu preciso ler, porque, para mim, ela é a melhor escritora de todos os tempos. Desde que a li pela primeira vez, nunca mais deixei de procurar tudo o que foi publicado por ela.”

por Aurea Vieira

“Tenho uma sobrinha que mora na França e está muito interessada em narrativas ficcionais sobre a época da ditadra brasileira. Como este livro trata desse tema, vou primeiro ler e depois presenteá-la.”

por Natalia Timerman

“O livro da Esther se debruça sobre o desaparecimento da memória e da relação com uma filha, mas do ponto de vista da mãe que vai fazer eletroconvulsoterapia (o eletrochoque). Estou muito curiosa para ler.”

por Ana Lima Cecilio

“Desde que li O doente, primeiro romance do André, sou muito impressionada com a densidade e a elegância da prosa dele, precisa e finíssima. No novo livro, ele visita os diários do pai, o também escritor e imenso contista Antonio Carlos Viana, para fazer uma espécie de reencontro, depois de sua morte.”

por Davi Novaes

“Fiquei com vontade de ler porque pesquiso a obra de Victor Heringer e, para ele, o Manuel Bandeira foi uma referência afetiva. Como o livro aborda justamente os afetos do Bandeira, sinto que, de algum modo, ele também pode ser um caminho para compreender os afetos do Victor.”

por Moreno Veloso

“O Stênio Gardel é muito profundo e tocante do ponto de vista social. A escrita dele dá uma visão muito interna de um Nordeste, de um Brasil, em que as pessoas podem, de alguma forma, sair vivas e vitoriosas.”

por Andréa del Fuego

“A ideia de organizar contos através da tabela periódica já seria motivo suficiente para ler esse livro, mas esse não é o único, o outro motivo é que essa tabela periódica foi escrita pelo Primo Levi.”

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